Projeto Praticards

Assegurar um espaço de convivência para adultos e idosos, visando por meio de oficinas de práticas corporais, contribuir para o desenvolvimento da autonomia, sociabilidade, relações afetivas, autoestima, saúde mental, solidariedade e respeito mútuo. Esse é o objetivo do Projeto Praticards.

Além de fortalecer a convivência familiar e comunitária, o Projeto Praticards promove o acesso a benefícios e serviços socioassistenciais, fomentando o fortalecimento da rede de proteção social, prevenindo a ocorrência de situação de vulnerabilidade e risco social e contribuindo de forma direta com a qualidade de vida do público atendido.

As práticas corporais aumentam a aptidão física e previnem doenças cardíacas, obesidade, diabetes e câncer, além de melhorar o humor e a autoestima, diminuindo a chance de desenvolver transtornos psiquiátricos, como depressão e ansiedade.

A necessidade de modificar o estilo de vida sedentário é cada vez mais vital. Essa contribuição não é imprescindível somente para o corpo, mas também para a saúde mental, visto que são muitas as emoções presentes no nosso cotidiano: estresse, ansiedade, angústia, preocupações em excesso, insatisfações, nervosismo entre outros. Saber lidar com todos esses sentimentos é fundamental para a saúde mental. Afinal, uma pessoa mentalmente saudável é capaz de encarar os desafios e as mudanças do dia a dia com equilíbrio, reconhece quais são os seus limites e busca ajuda quando necessário.

Para manter uma boa saúde mental, é preciso cuidar bem do corpo, isto é, dormir bem, alimentar-se de forma adequada e praticar exercícios físicos regularmente. Quando nos exercitamos, o nosso corpo libera endorfina, substância natural produzida pelo cérebro durante e após a realização de uma atividade física. A liberação de endorfina – também conhecida como hormônio da alegria – ajuda a relaxar, reduz o estresse e a ansiedade e melhora o humor.

O Praticards visa também contribuir com a autonomia e a socialização dos usuários, visto que muitos são idosos que carregam o pensamento de “não conseguir fazer mais nada” e se encontram reclusos em seus lares, privando-se de se relacionarem e construírem vínculos comunitários.